Histórico

Histórico

Grupo teatral fundado em 1988, registrado como Pessoa Jurídica sem fins lucrativos,  reconhecido como utilidade pública em nível Municipal (Lei nº 216/1989) e Estadual (Lei nº 6.208, de 23/04/1993, publicada no D.O. de 30/04/93). É Ponto de Cultura, tendo sido beneficiado por convênio entre Governo do Estado de Mato Grosso e Ministério da Cultura até dezembro de 2014 e norteia sua organização a partir dos princípios de  1) Radicalidade: raiz, clareza e profundidade; 2) Rigorosidade: sistêmica, comprometimento, disciplina, compromisso, organização; 3) Ruptura: provocatibilidade, criação e não-reprodução; 4) A felicidade do conhecimento, ou seja, a sede pelo conhecimento; 5) Pesquisa permanente: radical, rigorosa e de ruptura; 6) Estabelecimento, nos processos de produção, da construção de uma cultura de competências/comprometimentos; 7) Fortalecimento da relação de produção democrática e participativa. Na gestão e nos processo criativos adota a prática de uma relação horizontalizada.

Ao longo de seus 27 anos o TEAF produziu 39 espetáculos teatrais e atualmente está em seu repertório o espetáculo “Dom Quixote”, texto de Antônio José da Silva (O Judeu), adaptado e dirigido pelo diretor português Horácio Manuel, montado no ano de 2008.

Desde sua fundação o TEAF tem participado de discussões, debates e ações da política teatral no Estado e fora dele em eventos como: Mergulho Teatral no Rio de Janeiro (promovido pela CONFENATA, em 1995), Conferência Nacional de Cultura (2005 e 2010); I Encontro de Artes Cênicas do Cerrado (2007); Mostra Myriam Muniz de Teatro Catarinense (2007); IV Festival de Teatro da Amazônia, em Manaus (2007); 7° Encontro do Próximo Ato (2009); participou, em 2010, do Platform 11 Plus em Palmela/Portugal, organizado pelo grupo de teatro O Bando; Congresso Brasileiro de Teatro em Osasco/SP (2011); Programa Rumos Teatro da Itaú Cultural, projeto desenvolvido conjuntamente com o Grupo Celeiro das Antas, da cidade de Brasília, e que resultou no artigo “O teatro possível – reflexões sobre o tema à luz das práticas do Teatro Experimental de Alta Floresta e Celeiro das Antas”; participou, em 2014, do Encontro Legados Rumos Teatro no Itaú Cultural, em São Paulo; e, desde sua função participou de vários festivais, mostras e encontros de teatro de abrangência municipal, regional, estadual e nacional.

Dentre as ações permanentes que o Grupo realiza estão: Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense (já na quinta edição), cuja programação é formada por mostra não competitiva de espetáculos nacionais e internacionais; Tertúlia Teatral – espaço de trocas de experiências, debates e formações entre os grupos teatrais; Seminário de Cultura de Alta Floresta (desde 2004), evento regional que discute as esferas da sociedade, temas diversos da cultura e o fazer teatral, além de embrenhar-se pela compreensão do espaço “Território Portal da Amazônia”; Biblioteca Comunitária Entrelinhas - desde meados de 2009 o grupo mantém a biblioteca que tem acervo voltado principalmente para as artes, tendo obras nas áreas de teatro, literatura, artes plásticas, fotografia, cinema, cultura popular, filosofia, história, humanidades, dentre outras; Curso Livre de Teatro - o curso existe desde o seu reconhecimento do Grupo como Ponto de Cultura e atende crianças, jovens e adolescentes.

Na área do audiovisual o grupo realizou os documentários “SISCOS – Sistema de Comercialização Solidária” (2012) e “Sementes do Portal” (2013). O Grupo também foi a base, de elenco e de produção, na realização do filme curta-metragem “Vestígios do Tempo”, com roteiro e direção de Ronaldo Adriano. Primeira obra cinematográfica feita por um realizador de Alta Floresta.


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